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Análises | Reviews

PES 2019: uma retrospectiva dos erros e acertos da Konami

Saudações, amigos PESistas, e um FELIZ ANO NOVO! Aqui, quem fala, é o Besourinho. Essa é a minha primeira matéria, mas muitas outras virão e, hoje, farei um balanço de tudo o que foi apresentado em PES 2019 até o presente dia, ver os erros e acertos, o que ficou na promessa e o que se concretizou, o que veio de bom e o que trouxe de ruim. Então, preparem-se!

PES 2019 mostrou a que veio!

Amigos, hão de convir que PES 2019 causou e está causando boas impressões e repercussões desde antes e depois do seu lançamento. A má e infeliz impressão de quem disse que “a franquia morreu”, “a Konami irá falir”, “não dá mais… esse ano vou de FIFA lixo” (sim, você falou isso, não negue! rsrsrs), logo após o anúncio da perda da licença da UEFA Champions League. Tudo isso foi rapidamente substituído pela euforia, surpresa e ansiedade, logo quando as primeiras informações e fotos dos novos gráficos, conteúdos e promessas do game foram disponibilizadas: o refinamento dos gráficos, a adição de novas ligas, início de uma reformulação do myClub e etc. E quando a demo veio, arrisco-me a dizer que 7 em cada 10 jogadores da franquia provaram e aprovaram o jogo, surpreendendo até os fifeiros que, por sua vez, reconheceram a evolução e o salto gigantesco que foi dado, fazendo com que eles também experimentassem e virem a creditar positivamente o game.

O jogo foi lançado e continuou agradando a todos, tendo boas vendagens, feedbacks positivos, destaque em premiações e, nas mais diversas mídias, boa receptividade, mas em se tratando de konami e Pro Evolution Soccer quem é fã apaixonado como eu, e que anualmente vive à flor-da-pele essa relação de amor e ódio sabe muito bem que nem tudo são flores. Por incrível que pareça, a Konami ainda insiste em cometer erros grotescos, fazer falsas promessas, agir de forma imatura e inconsequente. Então, vamos mostrar os 2 lados dessa moeda e, juntos, dar um voto de minerva para o PES 2019.

O lado que vale: a Coroa!

Brothers, não há como negar e nem o que discutir: de todas as edições, PES 2019 está sendo a que mais a Konami está se fazendo presente e que também entregou muito conteúdo e inserção de melhorias. Vamos a elas?

  • Refinamento gráfico e a adesão da tecnologia Enlighteen, tornando PES 2019 o primeiro jogo de futebol fotorrealista do mundo. Pra quem é fã de gráficos, como eu, é um banquete de buffet de casamento de famoso. Disso, não podemos reclamar, pois a Konami trabalhou bem nessa parte;
  • 10 novas ligas (russa, argentina, turca, dinamarquesa, portuguesa, suiça, escocesa, belga, chilena e colombiana) + 2 adicionada por DLC (chinesa e tailandesa, essa última apenas para amistosos  e não está disponível para os modos Master League e Rumo ao Estrelato), totalizando 12, sendo a versão com maior número de ligas licenciadas jogáveis em uma única edição. Nossos guerreiros caixistas podem se sentir satisfeitos, mesmo com a falta de opção para instalar options files. Não são ligas de grande expressão, mas pelo menos entrega a sensação de “jogo menos genérico”, além de explorar novas ligas e conhecer novos atletas;
  • Ajustes significativos na jogabilidade como um todo: física, movimentação, reprodução da identidade dos jogadores e suas habilidades, tornando o jogo um pouco mais próximo da realidade, tanto em visual como em reprodução em jogo. Nesse aspecto, a Konami de fato fez gol de placa e, apesar dos bugs anuais e dos macetes, a jogabilidade em si está polida, refinada e prazerosa de se jogar, experiência essa que não tivemos das edições do PES 2014 até o PES 2016, pois foram 3 anos com movimentações “duras”, animações básicas, físicas pouco aplicadas;
  • Ainda no quesito habilidades foram adicionadas 11 novas habilidades, tornando a sua experiência individual com o jogador, e como jogador, da melhor e mais prazerosa forma;
  • Reformulação do myClub com diversos meios para você montar o seu Dream Team, alternando entre cards, melhores jogadores da semana, treinadores específicos e etc;
  • DLCs com conteúdos satisfatórios, anunciando parcerias exclusivas, Legends importantes, novos estádios, uma boa quantidade de faces, uniformes atualizados, bolas e transferências feitas na medida do possível.

Como puderam observar, a Konami trouxe sim muitas coisas boas para esta edição. Coisas estas que devemos reconhecer e aplaudir seu esforço e sua dedicação ao nos entregar, em tão pouco tempo de produção, a cada ano, tanto conteúdo de boa qualidade e nos permitindo experimentar um jogo divertido e visualmente lindo!

O lado que não interessa a ninguém: a Cara!

É óbvio que não farei vista grossa para os graves e infantis erros da konami. Por mais que acerte, ela mesma se dá ao desfrute de errar e de se autossabotar nas próprias criações. De todas, vamos as principais:

  • Jogabilidade apresentando bugs enraizados e patchs com eficiência reduzida ou inexistentes; são raras as vezes que os patchs oficiais da Konami de fato trazem correções e ajustes na jogabilidade e, a falta de testes completos e totais, geralmente entregam um serviço aquém do esperado e aceleram ainda mais o jogo. Não de onde eles tiram a ideia de que futebol é correria?! É um absurdo, mas vai entender!
  • Falsos profetas/ falsas promessas: gente que está a frente da Konami e que representam essa marca pelo mundo vão aos eventos e mostram total despreparo e desinteresse pela franquia não transmitindo a emoção que queremos sentir ao ver as novidades de um novo jogo e, associado a isso, vem as falsas promessas. Desde PES 2016 estamos esperando clima dinâmico, e essa edição renovou a promessa, mas não a cumpriu verdadeiramente. Acontecem mudanças climáticas bruscas e repentinas durante a gameplay, é bem verdade, mas nem a iluminação em tempo real com a Enlighten veio e acabou decepcionando os fãs com mais uma promessa não cumprida por parte da empresa nipônica. Além, é claro, das ligas autênticas que não tem nada de autênticas. E as promessas dos nossos modos offline, que todo ano juram melhorias, mas nada é feito. Lamentável!
  • Derrubadores (trapaceiros) ainda reinando e se beneficiando do online: como se já não bastasse aguentar a estressante experiência online, com delay de comandos e o handicap absurdo, vem esses desgraçados e pioram ainda mais, se beneficiando com esses erros medíocres e, outros, aparecem só pra atrapalhar e nos deixar enfurecidos gratuitamente, a troco de nada, e a Konami não adota punições mais severas, assite a tudo de braços cruzados e, sem força de expressão, prometem que vão trabalhar nisso, mas os resultados não aparecem;
  • Troca de valores: na boa amigos, que critérios a konami adota ao valorizar ligas e locais onde ela não tem vendas significativas e deixar o público aonde ela vende mais se contentando com migalhas e poucas melhorias? Um exemplo básico é a liga inglesa: enquanto no jogo vem genérica, com duas divisões, e nessas duas divisões tem faces licenciadas de jogadores e clubes que ninguém conhece, nosso amado Brasil conta com uma divisão licenciada, jogadores com nomes e faces genéricas (que nem as genéricas se parecem com a original), overalls baixissimos e estádios desatualizados e outros ausentes. Sabemos da dificuldade de negociação e de aquisição de licenças, mas ainda sim, ao menos com clubes parceiros, devia se ter uma atenção no mínimo respeitosa. Por isso, nosso guerreiro Andre Bronzoni merece nossos agradecimentos;
  • Campanhas do myClub desproporcionais e desequilibradas: claro que a proposta de reformulação do myClub e plausível, mas a forma como elas são feitas está estragando a experiência de muitos usuários. É impossível conceber a ideia de que jogadores com destaque semanal tenham overalls e habilidades superiores aos que são considerados lendas do futebol. Cadê o respeito e a hierarquia? Ainda faz sentido adiquirir Legends dessa forma? E o fato de super atletas, com habilidades absurdas? Um iniciante chegar a enfrentar um cara desse, coitado, levará uma surra, isso se o handicap não favorecer o mais fraco.

Veredito Final

Brothers, antes de dar meu veredito, preciso reportar a todos vocês que a Konami trabalha ano após ano para tentar trazer o melhor conteúdo e a melhor experiência para nós, jogadores casuais ou profissionais, mas o que acontece é que o atual formato anual de produção do jogo impede as devidas reformulações e aplicações de conteúdos que ela quer inserir, pois tem um prazo curtíssimo para entregar tudo, que chega a ser em torno de 9 a 10 meses de produção, criação, testes, correções e, mesmo a equipe a todo vapor e a mil por hora, o tempo é curto demais pra fazer tudo isso com uma equipe reduzida. Dito isso, podemos afirmar que a Konami acertou mais do que errou nessa edição de Pro Evolution Soccer 2019. Claro que todos os anos sofremos com as experiências ruins que ela nos entrega, mas se pusermos tudo na balança, e analisarmos bem, veremos que do PES 2014 (primeiro PES com a Fox Engine) até o atual, ou seja, PES 2019, tivemos muitas melhorias e bons acréscimos para a franquia.

Brothers, espero que tenham gostado da matéria de hoje. Comentem bastante, pois é a interação de vocês que nos motiva a escrever! Podem concordar ou discordar, só mantenham o respeito.

Um abraço e não esqueçam,  PES é #OPoderDoFutebol !

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Besouro Batera

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