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Pro Evolution Soccer: o jogo que odiamos amar

Saudações amigos PESistas! Besourinho pousando na área para mais uma matéria sobre Pro Evolution Soccer.
Dessa vez não trago uma matéria, rumores, notícias extraordinárias ou vazamento de informações. Hoje, eu venho com uma análise no comportamento da grande maioria consumidora de jogos, em especial os jogadores de PES, que por sua vez estão apresentando comportamentos excessivos, disseminação de ódio e raiva gratuitos, reclamações sem fundamentos e etc. Iremos falar sobre isso: o perfil atual de jogadores ao redor do mundo e tentarei também fazer um resgate daquilo que foi bom e saudável para nós mesmos há um certo tempo. E o que a Konami e PES tem a ver com isso? Vamos nessa!?

O QUE SOMOS HOJE!

Não é de hoje que nós, consumidores, nos tornamos exigentes. É natural que, com o avanço das tecnologias dedicadas a jogos, as comunicações, as conexões e com o boom das redes sociais, não nos contentemos mais com “migalhas” ou com jogos “meia boca”. Cada vez mais queremos jogos que nos aproximem da realidade, com histórias e personagens fodásticos, com gráficos soberbos, detalhes fielmente reproduzidos e destacados e, é claro, um bom suporte de conexão e interação com as redes sociais para compartilharmos essas experiências, ou seja, cada vez mais estamos buscando e exigindo a perfeição em tudo.

E quando compram jogos que frustram essas expectativas, estas pessoas acabam despertando em si um surto de raiva, que a cada detalhe negativo descoberto é motivo de raiva. Exemplo: um jogo que cai 1 FPS, eu disse apenas 1 FPS, em um momento importante na partida, a conexão da internet que cai em um jogo online, onde a vitória parecia estar assegurada, um detalhe qualquer que não foi reproduzido no jogo, seja em jogo de guerra ou futebol, seja o jogador que não transpira suor, não respira ofegante e nem suja a sua roupa… Ou uma trilha sonora ruim ou de mal gosto e/ou que não seja o gosto de quem joga, todas essas N coisas que não são implementadas no jogo que queremos jogar, nos causa uma insatisfação e um desejo incontrolável de compartilhar essa frustração nas redes sociais ou com os amigos em uma roda de conversa.


O QUE ISSO TEM A VER COM O PES?

Simplesmente tudo! A cada ano, devido aos avanços que mencionei acima, nos tornamos consumidores exigentes e queremos sempre o melhor, o TOP, e não admitimos falhas, tanto nos jogos quanto nos serviços. Não toleramos mais a falta disso ou daquilo, sem se dar conta de que não nos divertimos mais, pois queremos apenas ganhar e ganhar e não aceitamos derrotas, nem erros, pois queremos que nossos chutes sejam sempre certeiros ao gol, que nossos passes sejam sempre perfeitos e que nossos goleiros peguem todas as bolas. Queremos que o adversário não roube a bola ou não consiga jogar de nenhuma maneira, ou seja, queremos ter atuação e desempenho de profissionais como Guifera e Henrykinho sendo que, a maioria dessas pessoas que reclamam tanto, são apenas jogadores amadores e casuais.

E, quando você joga e perde, em especial no online, vem a frustração e, por consequência, a ira. A prova disso está no Youtube, pois basta visualizar os vídeos de “rages” (ira, em inglês) onde geral quebra controles, mídias digitais que compraram, excluem o jogo em questão da sua biblioteca, esmurram TVs, quebram teclados, gritam enfurecidos… Isso não é assustador? Será mesmo que isso é necessário? Mais uma vez reafirmo: com isso não estou dizendo que a Konami, com o PES e nem qualquer outra franquia, cria jogos perfeitos ou que não possuam falhas. Muito pelo contrário, ambas apresentam muito erros bizarros e insanos que realmente nos irritam e estragam nossa experiência com o jogo, mas nada que justifique essa insanidade que muitos apresentam com atitudes e palavras.

Devemos sim, nos sentir insatisfeitos, reivindicar melhorias e uma melhor imersão no jogo, mas isso nunca será escutado com ofensas, insultos e xingamentos. Dará ouvido a quem fala mal de você? Irá atender pedidos de quem te pede algo com grosseria? Obviamente que não, sem falar que isso só faz mal para nós mesmos e, querendo ou não, isso é refletido no nosso comportamento, na nossa saúde mental e na nossa vivência com as pessoas. Parem e olhem pra si mesmos, vejam suas atitudes, como estão vivendo a experiência com o jogo.


E AGORA, O QUE FAZER?

Você lembra quando éramos moleques birrentos e queríamos apenas esperar ansiosos pelo fim de semana ou então pelas férias escolares para nos divertir com o que tínhamos a disposição? Uns soltavam pipa, outros jogavam bola e poucos de nós tínhamos consoles simples (na época, eram os melhores e mais modernos, claro), uns com SNES, outros com MASTER SYSTEM e os mais sortudos com um PS1. Com isso, reuníamos nossos primos e tios, ou convidávamos nossos amigos para que nos visitassem e todos, juntos, curtíssemos os jogos que tínhamos até nossas mães e avós nos implorarem para parar e almoçar.

Nessa época, não nos preocupávamos com servidores dedicados, gráficos e texturas realistas, se o Neymar veio com a chuteira ou o cabelo atual em uma última DLC disponível, pois nada disso importava, só queríamos apenas nos divertir com nossos entes queridos. Existia competitividade, sim, mas não era pra melhorar ranking no online e sim para não deixar de jogar com o seu melhor controle, ou seja, tudo saudável.

Sabemos que os tempos são outros, essas crianças cresceram e formaram suas famílias, ou tiveram outro estilo de vida… Mas tentemresgatar o que tínhamos de bom na infância, para o presente. Se o online está “injogável”, convide seus amigos, parentes ou colegas de trabalho que curtam o game e joguem offline na sua casa. Não está satisfeito com os gráficos de um jogo? Reclame educadamente em portais oficiais apontando sua insatisfação e sugerindo melhorias e esqueça os xingamentos. A conexão caiu em uma possível vitória? Tente respirar fundo e aceitar que aquilo aconteceu e nada do que fizer recuperará a partida.

Então, esteja preparado para futuros e eventuais momentos como esse e “controle o seu controle”. No caso de PES, tente enxergar o que ele trouxe de bom e explore ao máximo que puder tudo o que o jogo pode oferecer, e volto a dizer: não quero fazer vista grossa para os defeitos do jogo, longe disso, mas como diz aquele ditado “quem procura, acha!” Isso se aplica a todos nós, pois quem busca se divertir com o jogo vai encontrar diversão, mas quem busca se estressar com o jogo, obviamente achará 1001 razões pra se estressar.

E encerro dizendo: não sejamos nutelas, mimimizentos ou ranzinzas… Que sejamos raiz, players maduros e de plena sabedoria. Pensem nisso!

E, desde já, meus agradecimentos ao meu querido amigo e membro da página, José Welliton, que revisa e ilustra minhas matérias. Desde a primeira conto com a força desse parceiro para a repercussão e sucesso das minhas matérias. Obrigado, viking nordestino!

Nota do editor: Besouro, o Zé editou, mas quem ilustrou fui eu, o Edu, hahahahahahaha.


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Um abraço e não esqueçam,  PES é #OPoderDoFutebol !

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Besouro Batera

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